Bomba Google diz que Dilma é… mentirosa e terrorista

Experimente digitar “Dilma é” no campo de pesquisa do Google. O buscador preenche de cara com duas opções: mentirosa e terrorista. Essa “brincadeira” já havia sido feita com o Grêmio que era preenchido com “é gay”. Outro resultado provocador é quando se digita “mentiroso” e o primeiro resultado é o perfil do Lula na wikipedia.

Com os resultados automatizados a partir de um algoritmo complexo, o Google admite que pode haver “tentativa de manipular temporariamente os resultados do Google empreendido por um grande número de usuários da internet “. As chamadas “Bombas” são armadas por usuários e a empresa afirma que não interfere por elas terem caráter “humorístico ou político”.

O Grêmio não dormiu no ponto e eliminou rapidamente a associação do time à palavra gay. Não sei se a equipe da presidência já percebeu essa distorção, mas seria útil em um ano eleitoral Lula e Dilma aprenderem a desarmar bombas.

#soniaabraofacts

Na televisão, Sonia Abrão é apresentadora do programa popular A Tarde é Sua da RedeTV. Na internet, ela é alvo de piadas e comentários irônicos que ganham páginas do microblog Twitter.

É o movimento “Sônia Abrão Facts” (#soniaabraofacts), febre que invadiu o Twitter em 2010. Os usuários escrevem mensagens cômicas brincando com o perfil da apresentadora, que trata de tragédias e miséria humanas na telinha.

“Viagem de Sônia Abrão a Santiago do Chile foi de matar” é uma das frases mais retuitadas neste sábado.  As demais tragédias do ano também estiveram na pauta do movimento. Até Luciano Huck entrou na onda: ” É verdade que a Sonia Abrao passou o reveillon em Angra e depois foi curtir o Haiti? #soniabraofacts“.

A primeira frase partiu do humorista Maurício Meirelles com “Hoje eu estou mais feliz que Sonia Abrão num enterro”. Depois dessa singela manifestação de alegria, o movimento virou febre. O próprio Maurício explica em um vídeo postado no YouTube como surgiu a sacada:

Como contar uma mentira falando a verdade

Repórter de jornal dos EUA veio ao Brasil cobrir um competição entre dois ciclistas. O atleta americano era o favorito, mas como a prova era em terras tropicais e Deus é brasileiro, poderia dar zebra. E deu.

No jornal brasileiro o destaque era óbvio de tão correto “Brasileiro ganha prova de ciclismo”. No  jornal americano a chamada era correta e obscura “Americano fica em segundo lugar em prova de ciclismo” e na linha de apoio ia “Brasileiro foi o  penúltimo colocado”.

Não está errado, mas a competição pela visão americana ficou sem vencedor e sem o último colocado.

Brincadeiras à parte, chamadas da vida real:
As manchetes do caso Lina, blog Luis Nassif

O iPad e o bom humor do Wall Street

Entre todos os jornais do mundo que anteciparam o anúncio do iPad, o The Wall Street Journal superou em bom humor. O diário publicou esta charge abaixo que inclusive foi citada na apresentação de hoje do Steve Jobs, o CEO da Apple.



Ao lado de uma imagem bíblica, a charge diz “Última vez que houve tanta excitação sobre um “tablet” (tábua), ele continha alguns mandamentos”

O que o Google pensa do Twitter?

Quando você começa a digitar uma palavra para pesquisa no Google, o buscador dá opções para completar. São recomendações com base no que foi digitado pelo usuário. Então, se você digitar Yeda, o buscador vai te sugerir Yeda Crusius, Yeda Nolasco, Ieda Maria Vargas e outras charás famosas.

E se você decidir pesquisar no Google o que é o Twitter? O resultado é um pouco suspeito, segundo sacada do Mashable. Digite “Twitter is” no campo de texto e o Google vai sugerir preechimentos como “acima da capacidade”, “sem utilidade”, “não é um chat”.

Em português, a sugestão de preenchimento chega a ser engraçada. O buscador diz “Twitter é email de pobre”

googletwitter1Seria um pouco de recalque do Google em relação ao microblog? Não sei. Quando se digita “Google é” as sugestões  em inglês são: “making us stupid” e “watching you.” Já em português, a primeira dica é” Google é deus” Nem vou dizer mais nada. Certa vez, houve uma vinculação do time gaúcho Grêmio à palavra gay. A brincadeira pode ser bem divertida.