Um pool universitário para um jornalismo de conexão Global

Imagine um programa que conecte Africa, América do Norte e América do Sul para discutir as diferenças culturais. Pense nesse programa com múltiplas câmeras e transmitido ao vivo. Idealize uma mesa de corte que permite divisão de tela em quatro, com participantes de distantes continentes aparecendo lado a lado. Você enxerga essa produção em ambiente universitário?

Eu duvidaria até conhecer um projeto de intercâmbio cultural bem interessante. A universidade de Ryerson, no Canadá, desenvolveu uma tecnologia de streaming ao vivo em tempo real para conectar estudantes em distantes continentes SEM DELAY – aquele tempo de espera até o sinal de São Paulo chegar a Shangai e vice-versa, sabe?.

A proposta é unir estudantes em uma rede de colaboração e interação internacional, na qual o jornalista em formação participa da produção de pauta à apresentação e é estimulado a pensar os temas locais em uma perspectiva internacional. A tecnologia de transmissão é 100% baseada em conexão web e não depende de alcance (nem do custo) do sinal de satélite. O primeiro programa foi produzido em abril de 2012 e envolveu estudantes do Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia e Dinamarca. O tema foi alimentação.

Os professores canadenses à frente deste projeto visitaram o campus da Unisinos em 2014 para apresentar as experiências e a tecnologia usada.

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