Micro, médio e macro blogging

As redes sociais vieram para ficar e são muitas. A cada semana tem uma nova no mercado de ferramentas coletivas. Cada uma tem a sua função e objetivo. A pioneira Orkut, do Google, era uma forma de encontrar e fazer amigos, um perfil mais particular, uma espécie de “exibição” da vida real no mundo virtual. O Facebook seguiu na mesma linha, mas incorporou um perfil mais profissional. Flickr é para fotos. Delicious para favoritos. YouTube para vídeos. Depois vieram muitos que se adaptaram a determinados grupos e culturas de acordo com particularidades: FriendFeed, LinkedIn, MySpace, Via6, Ning, Digg etc.

A rede da moda é o microblog  Twitter, uma mensagem em 140 caracteres, no máximo. É um fenômeno que para alguns significa uma nova linguagem na internet que deixa os blogs parecerem “tão 2004“, como publicou Paul Boutin na Wired no ano passado. Como toda boa polêmica, Andrew Sullivan contrapõe Boutin. Sullivan acredita que a blogsfera permite uma linguagem mais literária e livre para jornalistas se expressarem e dialogarem de forma nunca vista ou entendida antes.

Na carona do microblog Twitter, o site espanhol Soitu lançou um “medioblog” chamado Utoi, com no máximo 280 caracteres. O site é uma forma de fidelizar o público, já que cada usuário também constroi  um perfil no portal. Mas a ironia com a moda da hora é o macroblog Woofer, que desafia o usuário a escrever um texto com 1400 caracteres. Em oposição ao “pio” do twitter, o woofer propõe que o usuário faça um latido. A disputa é por quem latirá mais alto…

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