Ação viral gera milhares de links no Google

As redes sociais confirmam um papel de protagonista na divulgação de sites comerciais. Empresas já haviam descoberto esse nicho, principalmente como canal de comunicação com clientes. O inusitado foi que na semana passada o site Par Perfeito promoveu uma ação de marketing viral e conseguiu um destaque admirável para o Movimento dos Sem Namorados.

semnamorado

A passeata do Movimento dos Sem Namorados reuniu cerca de centenas de pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo. O site contratou um serviço de assessoria de imprensa que garantiu a cobertura de boa parte dos veículos brasileiros, com mais de 300 matérias veiculadas em emissoras de televisão, rádio, mídia impressa e online. Ao final da ação, dezenas de vídeos foram postados de maneira espontânea no You Tube, a maioria reproduções dos programas televisivos que cobriram o evento. E o movimento criou seu próprio canal no site de compartilhamento de vídeo. Este abaixo é o mais clicado:

Comunidades foram criadas no Orkut e no Twitter, gerando mais de 100 mil registros no Google nos três dias posteriores às ações apenas para a frase exata “movimento dos sem namorados”, nas páginas do Brasil.

O resultado é que o site ParPerfeito teve aumento de 40% nos cadastros diários e o site do movimento, sozinho, recebeu mais de 25 mil cadastros em 10 dias.

Como montar um Google Map

O georeferenciamento é fundamental na vida hoje em dia. Os mais tecnológicos não saem de casa sem GPS. Mas como nem todos têm o aparelhinho que funciona como copiloto, vou mostrar aqui como a gente pode fazer um mapinha para situar o leitor (ou nós mesmos) em um trajeto. E o melhor: o mapa pode ser embedado no seu blog ou no seu site e você pode voltar e consultar quando quiser! Se não tiver blog, nem mapa, ele fica salvo na sua conta Google.  A idéia é customizá-lo de tal maneira que o usuário poderá navegar pelo conteúdo a partir das referências geográficas de uma matéria.

Para gerar essas referências, basta seguir estes passos:

1- Quem não tem conta no gmail, deve criar uma. Quem tem, deve fazer login

2- Selecionar o serviço de Mapa

3- Clicar em Meus Mapas e depois em Criar Novo Mapa

4- Preencher título e descrição

5 – Marcar “Público”

6- Clicar em Salvas

7 – Digitar no campo de pesquisa o endereço um. Clicar no ícone do pingo invertido e arrastar até o endereço selecionado. Vai abrir uma janela para ser preenchida.

8- A janela deve ser preechida com o endereço ou ponto de partida e o campo de texto explicar o mapa.Opcional: clicar no ícone gota invertida e trocar de ícone se for conveniente.

9 – Marcar “rich text” e inserir fotos, áudio e vídeos, se for o caso.

10 – Repetir a operação com os demais endereços. O trajeto pode ter dois ou mais pontos, quantos forem necessários.

11 – Depois de ter os pontos marcados, é possível preencher o trajeto a ser percorrido. O preenchimento é bastante útil para fornecer desvios. Clicar no ícone linha e iniciar o preenchimento tracejando as ruas a serem acessadas.

12 – No final, clicar em Personalizar e visualizar mapa incorporado . Vai abrir nova janela. Clica-se na opção “personalizado” e se define tamanho da janela a ser embedada.

13- Copiar o link embed. Abrir o blog, colar com o tab html marcado.

14 – Dar preview, testar e publicar. Pronto, o mapa pode ser manipulado dentro do seu blog!

Memória e os 50 anos da TV

Um homem sai de casa, caminha três quadras e quando olha para trás não lembra mais o ponto de partida. Esqueceu tudo, ficou sem referências. Esta metáfora foi utilizada pelo jornalista Sérgio Reis  para convencer estudantes de jornalismo do quão importante é conhecer o passado para encontrar um espaço no futuro das comunicações.

O jornalista exaltava o valor de estar presente na palestra sobre o cinquentenário da televisão no Rio Grande do Sul, promovida pelo Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade (CEPOS), na Unisinos. O evento aconteceu em uma noite fria do outono, mas o miniauditório da Biblioteca Central estava tão cheio que ninguém precisou de um agasalho extra.

A televisão na década de 60

A televisão na década de 60

Pelo contrário, o jornalista Geraldo Canali, outro ministrante do evento, de tão empolgado e apaixonado pelo tema televisão chegou a reluzir com a transpiração.  Com um brilho no olhar, Canali contou que a televisão esteve presente em todas as fases de sua vida.

_ Eu nasci com a televisão. Quando meu pai foi me matricular no colégio, teve que pagar a taxa da televisão_ conta com bom humor.

Naquela época, anos 60/70 a televisão reunia família, amigos e até paroquianos, nos salões de igreja. Segundo Canali, a televisão teve fama de elitista, mas na verdade tinha o poder de popularizar e reunir as pessoas. 

Essa repercussão social que fez com que a TV Gaúcha saísse do ar por 24 horas quando Lauro Schirmer e sua equipe colocaram no ar uma reportagem sobre o monoquíni.

O episódio contado pelo também palestrante da noite arrancou risadas da platéia. A equipe de um programa popular da década de 60 o Show de Notícias decidiu levar ao vivo ao estúdio uma modelo vestindo o monoquíni_que era um biquíni unido por alças. O problema é que o modelo tapava pouco os seios da moça. Depois de ir ao ar, a televisão aqui no Estado sentiu a censura e o conservadorismo da sociedade.

Histórias como essas, vivas nas memórias destes três jornalistas, deveriam estar registradas em livros. Como Reis mesmo afirmou, é o passado que constrói o futuro.

Como embedar áudio no WordPress

Passo a passo para embedar um áudio no WordPress!

  1. Primeiro grave seu áudio em MP3. A qualidade é boa e é um ótimo formato para fazer upload no WordPress.
  2. Grave o boletim de áudio no seu computador. 
  3. Ache o arquivo e ouça ele. Se você quer editar, use um software gratuito na web  Audacity (pode baixar na web)
  4. Publique o seu arquivo em um site tipo cloud files (online repository). O ideal para este tipo de arquivo é o blip.tv (Você vai precisar criar uma conta, mas é rápido e gratuito!)
  5. Vá ao seu post no blog onde o arquivo será inserido. Marque o ponto da página onde você quer inserir o áudio.
  6. Volte ao blip.tv na sua página pessoal. Clique no ícone embed “with” WordPress. Depis clique em GO! Copie o código que aparecerá abaixo.
  7. Volte ao WordPress. Marque a tab HTML e cole o código embed do arquivo. Seus leitores estarão habilitados a ouvir seu arquivo.
  8. Pronto! Abaixo um exemplo de áudio embedado seguindo este processo.

[blip.tv ?posts_id=2154923&dest=-1]

Cobrança por conteúdo online é realidade nos EUA

Depois de ser muito debatido, considerando prós e contras, por empresários de empresas de jornalismo na web, o micropagamento foi anunciado nesta semana pelo MediaNews, um dos principais grupos de jornais impressos dos EUA. Situado na Califórnia, e empresa que controla 54 diários vai começar a cobrar por parte do conteúdo online. O grupo detém alguns bem conhecidos como Denver Post, Detroit News, Salt Lake Tribune e San Jose Mercury News. Mas os leitores vão pagar por um conteúdo que estão acostumados a ler de graça?

Os detalhes da operação do MediaNews não foram anunciados, mas a administração já divulgou em uma carta aos funcionário as diretrizes. Segundo notícia publicada no site MediaPost, entre os planos do grupo estão:

1) parar de reproduzir todo o conteúdo impresso no meio online (o que significa que algumas matérias vão aparecer somente na edição em papel);
2) reformular o conteúdo online para atingir uma audiência mais jovem; e apostar em cadastro obrigatório e cobrança de taxa para os usuários que não são assinantes da edição impressa e que desejam ler notícias na versão online. 

Ao descrever a nova estratégia para monetizar os conteúdos, a carta dizia: “Não estamos tentando inventar um novo produto, mas em vez disso, dizendo aos nossos leitores que o que eles estão comprando tem um valor, e a nossa audiência online (que não compra a versão impressa), que para acessar o conteúdo online. terão que registrar e pagar.”. A estratégia diz que o jornal é um produto, uma marca comercial, em versão impressa ou online, que tem um valor de custo.

O controlador do Wall Street Journal já havia anunciado que a edição online deve apostar em micropagamentos, onde os leitores poderiam pagar taxas pequenas apenas pelos artigos que consideram interessantes.

Fonte: Media Post