Editora Abril inova com o njovem

Chama a atenção a nova estratégia da Editora Abril para atrair o mercado publicitário na web. Foi lançado o site njovem com conteúdo para ajudar publicitários e empresas a atingirem o público mais novo.  O site traz pesquisas relacionadas a adolescentes e jovens adultos, além de tendências e soluções que o Núcleo Jovem propõe para que seus clientes se comuniquem de maneira eficiente e eficaz.

Um dos links mais curiosos leva para uma página com sete ferramentas para atingir os jovens “em meio a possibilidades de novas mídias”. São elas:

– Jogos que misturam a vida real e as novas tecnologias. Vale conferir o ConQwest, que é uma ideia simples, mas eficiente. 

– Nanoconteúdo que traz uma questionável estratégia de valorizar mensagens rápidas e curtas, já que o jovem “não tem atenção”. Exemplo é um vídeo de 5 segundos, que tem milhões de acessos no YouTube:

E tem outros curtos com um pouco mais que cinco segundos…

– a terceira ferramenta seriam vídeos virais. Por favor, não estimulem propaganda viral. É um spam com carinha de cool. Não dá.

– Usar toda a informação do mundo. E tem gente levando a sério. Na Microsoft, engenheiros tentam realizar o sonho de Vannevar Bush de um biblioteca de hipertextos em várias plataformas, o que ele chamou de Memex. É o projeto chamado de MyLifeBits. Essa ideia vale a pena seguir. Banco de dados sobre pessoas, história, pesquisa, com espaço para anotações pessoais é realmente um sonho se realizando.

– Para resolver o problema de direitos autorais, bastar na era do free content e ganhar com isso. Pelo menos é isso que propõe a Creative Common – Share, Remix, Reuse — Legally.

– Comece uma história e permita que a audiência termine!. Já foram feitas algumas experiência como o Axe Game Killers, uma ação veiculada na MTV que começou com um programa de uma hora e seguiu com cinco episódios de um reality show manipulado por telespectadores.

– Alternate Reality Games – é um jogo que mistura ficção, mídia e realidade. Quando foi veiculada pela primeira vez no Brasil pela Antártica, chegou a virar assunto do Congresso Nacional. No site zona incerta, uma empresa americana propunha comprar a Amazônia.

 Não sei se vai dar certo a estratégia da Abril, mas se as agências de publicidade ainda não conheciam as múltiplas possibilidades de mídias digitais, agora tem um site para se familiarizar. Sonho com o dia em que o jornalismo de web se tornará rentável. E ele se aproxima.

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