Lise Brenol

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TV por streaming cresce entre os jovens nos EUA

11/08/2009 · Deixe um comentário

Reprodução

Os jovens norte-americanos estão assistindo mais programas de TV e filmes  por streaming. Os dados do Ipsus MediaCT apontam que 26% dos americanos online assistiram um programa de TV inteiro e um longa metragem nos últimos 30 dias. Em comparação com setembro de 2008, o número quase triplicou, já que apenas 11% dos pesquisados tinham visto algo por streaming no relatório do ano passado.

Já entre os jovens de  18 e 24 anos, 30% assistiu um filme inteiro e 51% a um programa de TV no mesmo período. Para a Ipsus, o crescimento rápido no consumo dos vídeos de longa duração na web pode ser atribuído ao crescimento da oferta e de sites do gênero nos EUA no último ano.

“A revolução dos vídeos não está mais centrada no Youtube. Canais com vídeos e programas inteiros já podem ser acessados”, explicou Brian Pickens, gerente de pesquisas da Ipsus MediaCT.

huluHulu, baseado em vídeos gratuitos para o público e patrocinado por anunciantes, é um dos sites de maior sucesso entre os norte-americanos. Que a moda pegue logo por aqui.

Ah! Não adianta tentar assistir aos streamings em inglês, o site está bloqueado para ips fora dos EUA…

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Cultura em uma “vending machine”

03/08/2009 · Deixe um comentário

Conheci a primeira vending machine de minha vida nos corredores do Sunset High School, em Dallas, no Texas. Era o ano de 1994. Era fascinante poder comprar meu chocolate favorito à época, o 3Musketters, e a minha Coca diet.

Hoje essas máquinas de vender “porcaria” estão por toda a parte, principalmente as que vendem café. Um veneno, segundo minha nutricionista. De fato, tudo que é bom engorda. Mas fiz toda essa volta para mostrar uma vending machine diferente que encontrei na Estação da Luz, em São Paulo:

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Uma máquina que vende leitura. Nada mais adequado para um país que lê mais e em uma cidade onde a espera pelo metrô pode levar um bom tempo. Uma pesquisa chamada Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência, mostrou que os brasileiros leem, em média, 4,7 livros por ano.  O estudo feito em 2007 comprovou ainda que esse índice sobe entre os profissionais com maior escolaridade. Entre aqueles que possuem formação superior, a média passa para 8,3 livros/ano. O número é de 4,5 livros para quem tem Ensino Médio completo, 5 para quem cursou entre 5ª e 8ª série do Ensino Fundamental e 3,7 para quem tem até a 4ª série.

Vender cultura em máquinas de conveniência é um retrato do novo Brasil. Nem nos EUA eu encontrei essa iniciativa. Já não tenho tanta certeza de que “tudo que é bom engorda”. Se em vez de comprar um chocolate, você comprar um livro no metrô, pode até emagrecer.

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Tanto lá, tão pouco aqui

17/06/2009 · Deixe um comentário

Inevitável a comparação. Somos um povo colonizado pela cultura norte-americana. Comemos sanduíche do McDonald´s, assistimos filmes de Hollywood, usamos adesivos do Obama em nossos carros. Só o que não conseguimos absorver aqui são os avanços tecnológicos na mesma velocidade.

Na verdade, ficamos bem atrás. Vejam os números: o acesso à internet chega a 44,5 milhões de brasileiros pela Ibope Nielsen Online. Isso representa, segundo o censo do IBGE de 2007, 24,2% do total da população brasileira (183,9 milhões).

Pelo menos, a pesquisa mostrou que o tempo de navegação do brasileiro, considerando casa e trabalho, foi de 40 horas e 41 minutos em abril, o que é considerado alto.

Agora vejam a situação na terra do Tio Sam. Mais de 80% dos americanos têm computador em casa e 92% têm acesso à internet, segundo a Nielsen Online. A Internet é, por larga margem, a mais popular fonte de informação e a escolha preferencial para obter notícias, superando televisão, jornais e rádio, de acordo uma pesquisa da Zogby Interactive veiculada nos Estados Unidos.

Mais da metade das pessoas afirmaram que selecionariam a Internet, se tivessem de escolher uma única fonte de notícias, 21% televisão e 10% rádio e jornais.

A Internet também foi selecionada como a mais confiável das fontes de notícia por cerca de 40% dos adultos, 17% optaram pela televisão, 16% ficaram com jornais e 13% com rádio.

Aqui na terra Tupiniquim seguimos acreditando mais na televisão, lendo menos jornais e usando rádio para ouvir música. Tudo bem, eu sei que acesso à internet depende de investimento público, mas bem a iniciativa privada poderia incluir essa meta na nossa cocacolonização.

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Mapa interativo para buscar notícias por região

15/02/2009 · 1 Comentário

O Washington Post publicou um site interativo com notícias marcadas por região, dia e horário. O leitor pode navegar por artigos, fotos, vídeos e comentários do mundo inteiro. Clique abaixo e confira:

TimeSpace

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Avaliação: vale a pena navegar para conferir a coberturado jornal pelo Mundo. Numa breve flanada pela América Latina, percebi que são pouquíssimas as notícias sobre o “Brazil”. Adivinhem sobre o que sãos as que estão postadas hoje ? Nosso Carnaval, é claro!

Paraguai, Argentina e Uruguai também não figuram muito nas páginas do WP. Mas são várias as notícias sobre a Venezuela de Hugo Chavez.

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Filas são mania brasileira ou americana?

22/01/2009 · Deixe um comentário

Brasileiro adora entrar em filas, o paulistano exagera na quantidade delas por todos os lados. O que eu não sabia era que essa cultura vinha dos EUA.

E como eu não nego a raça, peguei uma série de filas para conseguir o visto para pisar novamente na terra do tio Sam. Afinal, por algumas coisas vale a pena esperar em pé por três horas. Um visto por dez anos é uma delas.

No país do consumismo, esperar para comprar um produto com 50% de desconto, por um café na Starbucks, para comer um hambúrguer ou andar de montanha russa na Disney é natural. Assim como uma multidão fez questão de fazer fila para assistir à posse do novo presidente, quero dizer, fila foi bondade minha. Na verdade foi uma aglomeração, e fico imaginando como alguns não morreram pisoteados.

Tudo bem, eu compreendo a questão cultural. O que eu não consigo aceitar é por que foi preciso ficar três horas na fila para ser entrevistada(ou seria olhada?) por 10 segundos e ter o visto liberado. Hummm… talvez a fila seja um ritual tão valorizado nos EUA que o simples fato de aguentar uma manhã inteira ali no consulado foi a minha prova de fogo. Só pode ser essa a explicação.

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